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    Um post dedicado às coisas da vida.

    As coisas da vida que falo, são essas corriqueiras noticias que ficamos sabendo ao longo dos nossos dias conversando com as pessoas e sabendo daqui e de lá.

    Hoje meu “namorido” me disse que estava triste com uma noticia. Um grande amigo está com câncer e ele todo pesaroso me falou o quanto sente, pois o cara é uma pessoa boa, nunca fez mal a ninguém, tem um grande coração.

    Sentir essa angustia fazer esse comentário e não ter uma justificativa plausível é o doloroso. Mas confesso que quando meu pai faleceu escutei diversas pessoas falando, ele era tão bom, tinha um grande coração, não merecia isso. Que injustiça.

    Na época senti certa revolta, acho até que algumas vezes escrevi sobre isso aqui. Mas hoje, depois de quase 6 anos da ausência dele, das diversas formas que a vida me mostrou o quanto o tempo que passamos juntos foi mais longo do que me lembro, tenho outro entendimento.

    Eu acredito que ninguém sofre injustiça. Colhemos simplesmente aquilo que plantamos. As vezes nossa colheita vem sendo semeada em outras vidas e só agora estamos prontos para retirar do chão o que precisamos aprender.

    A vida é feita de escolhas, escolhemos diariamente cada detalhe, passo e sorriso. Eu sinto pelas pessoas doentes, sinto principalmente por quem tem câncer. Sinto mesmo. É uma doença ingrata que se for ver faz com que a pessoa busque dentro dela força pra sobreviver. Força pra acreditar na vida. E será que não é isso que devemos acreditar?

    Quantas vezes me senti injustiçada pela vida, pelos erros que eu mesma cometi. Inúmeras foram às vezes que me deixei ficar jogada na cama chorando o famoso leite derramado. Confesso que tem dias que acordo sem vontade de acordar. Cansada, sem graça!

    Mas estou aqui porque preciso aprender algo. Existe alguma coisa que foge do meu entendimento hoje que preciso aprender e estou em busca disso. Meus sentimentos são antigos. Minhas lembranças são velhas. Minha alma é velha e eu só tenho 30 anos!

    Tenho medos que não fazem sentido, tenho sensações de lugares que nunca frequentei, mas são tão calorosos quando chego.

    Esse é o sentido que levo na vida. E fica mais fácil acreditar que somos velhos, que Deus nos da uma chance a cada “nova” vida. Então, quando alguém está muito doente, passando por alguma dificuldade, eu rezo, sinto pela pessoa. Faço o possível para ajudar, se estiver ao meu alcance, mas me lembro de que nossa alma velha tem historias antigas e que somos nós que plantamos, semeamos e colhemos. Sendo assim, cada um tem exatamente o que cultivou durante sua vida, seja ela qual for. E se nesse momento a dor está forte é porque só agora ou a partir de agora sua alma, sua história está apta a aprender o sentido da sua vida!

     

     



    Escrito por Sinceras desculpas às 12h39
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